18/03/17

“A porca Politiquice e estúpida forma de fazer inimigos”


Longe vão os tempos em que em dia de caravanas políticas caía porrada, os piropos com “ cheirinho “ a provocação eram mais que suficiente para uma guerra de palavrões, havia nesse tempo sentido para a palavra ideologia.
 Esquerda, Direita e não era só a forma de se referir á mão de cada um dos lados.
Hoje a pobreza de princípios políticos onde todos são «amigos» e os direitos mesmo que tortos são para todos (Salvo Seja) é o emprego quem mais ordena isto de modo geral porque em particular no “ feminino “ a afronta vai para alem da capacidade do profissional (?) a quem chamam trabalho na horizontal, cada um e cada todos são senhores e senhoras de fazer do seu corpo o que muito bem entenderem mas constar em folheto mental do seleccionador de quem ocupa o tão desejado lugar profissional ultrapassa em larga medida não só a constituição já à muito desrespeitada no que ao direito de trabalho diz respeito, mas roçar a escravidão abolida no século 19 pela mão de Dº Manuel I, ao que parece e depois de Portugal ter uma pipa de pais da democracia desde Mário Soares a outros pais que tendo colocado Portugal na orfandade de direitos tal defende a constituição, pior ainda tornou-se a politica um anto de criação de inimigos com paladar odioso, no tempo da pancadaria a politica tinha adversários, não parasitas, Hipócritas ou os denominados “ INIMIGOS”. Começo a ter saudade do tempo da porrada e até de alguns insultos de e para caravanas mas em que a política não fabricava inimigos nem o poder sujeitava o povo a uma autêntica escravatura e imoralidade com cheiro a incenso e sabor a cianeto.
 A que os donos da “ Verdade “ se julgam pedras preciosas da democracia como peças únicas, com toque de malvadez.






Enviar um comentário