11/05/13

Eu nunca deixarei que esta profissão morra, continuarei a fazer isto como o meu pai faz!


No tempo em que o estatuto de pouco serve!
Longe do tempo em que se formar como:
 Professor, enfermeiro, engenheiro, veterinário, medico etc. etc. se tinha emprego garantido, onde nem o melhor fator para o emprego funciona como funcionou nos últimos anos, mesmo com todos estes entraves, são poucos os homens e mulheres que se voltam para as profissões milenares como por exemplo trabalhar a argila para a construção de utensílios que num passado não muito distante se usavam praticamente em todas as tarefas, domesticas, comerciais e até e industriais.
 Olhamos hoje para o artesão como coisas raras por mais que façam aquilo que poucos conseguem, muitos são os que nem  se atrevem atentar.
 No entanto o Jovem João Teixeira disse que independentemente da profissão que vier a eleger para o seu futuro nunca deixara que o “passa tempo “ como ele próprio chamou, do pai,  morra. Trabalhar a argila (o Barro) que com muito profissionalismo e paixão pela arte me explicou todas as fazes de construção das preciosas peças.
O meu muito obrigado, pequeno Grande João Teixeira.
E terminou assim a nossa conversa.
Eu nunca deixarei que esta profissão morra, continuarei a fazer isto como o meu pai faz!
Abraço a ambos pai e filho
Rodrigo Oliveira 


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